sexta-feira, 28 de março de 2014

Sobre Facebook e Twitter

Então, acabei de ler um capítulo do livro da autora Sandra Crucianelli (você pode ver o livro aqui), que fala sobre as redes sociais, dentre muitas outras, ela fala primeiro sobre as mais populares, Facebook e Twitter.

Agora minha opinião sobre o texto dela sobre essas redes e um comentário particular.

Facebook:
 Uma coisa interessante que ela falou sobre o Facebook é que a ferramenta passa a impressão de que as pessoas preferem falar com indivíduos do que com marcas, ou seja, muito melhor falar com o jornalista autor de uma matéria, do que contatar o jornal em que o jornalista trabalha. Outra coisa legal do Fecebook, que ela também comenta, é o fato de que a rede se tornou o ponto de encontro de eventos da vida real, muitos eventos, passeatas, protestos e flash mobs são combinadas pelo Facebook, por pessoas que de outra forma não teriam como organizar algo assim de outra forma. A ferramenta é tão levada a sério que a Polícia Federal busca páginas que eles suspeitam estarem organizando protestos para poder agir de acordo.

Twitter:
O Twitter é outra mega ferramenta da internet, a autora fala da rapidez de que a informação pode viajar pelo Twitter, e isso é verdade! O Twitter é um micorblog que você pode postar o que você pensa, o que você testemunha no mesmo instante. O que torna uma ferramenta de jornalismo fantástica, já que você pode acompanhar os últimos acontecimentos de forma nua e crua em tempo real como nenhum outro meio de comunicação pode fornecer.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Um perfil de André Lemos

Cibercultura é a cultura que mais se desenvolve nos dias de hoje, pois ela surgiu nos computadores e na internet, e agora se propaga exponencialmente a medida que as mídias digitais se alastram e se popularizam cada vez mais. Falar de cibercultura sem ouvir uma das palestras de André Lemos beira ao pecado. Pois o Baiano tem uma longa e rica bagagem sobre o assunto no Brasil e no mundo. E por isso, vou apresentar aqui o perfil desta ciber fera.

André Lemos é atualmente professor da faculdade de comunicação da Universidade Federal da Bahia, possui doutorado em sociologia na Université Paris Descartes, na França e pós-doutorado pela University of Alberta e McGill University, no Canadá. Também foi pesquisador do CNPQ e consultor da Fapesp, CNPQ e Capes. 

Sua principal área de atualização é exatamente a cibercultura, com vários trabalhos nacionais e interncaionais publicados sobre o assunto e diversos livros como Cidade Digital, que conceitua cibercidades e debate sobre inclusão digital, a infra-estrutura das redes sem fio no Brasil e a situação da Era Digital no terriorio Brasileiro. Cibercidade II: Ciberurbe tenta explicar as mudanças da comunicação, da sociedade e da política depois das novas tecnologias de comunicação da cibercultura atual. Cibercidades: As Cidades na Cibercultura Fala sobre as transformações do espaço urbano em função das novas tecnologias de comunicação. Olhares Sobre a Cibercultura esta obra fala sobre as várias faces da cibercultura, como o transhumanismo, do culto aos cyborgs, a velocidade da era da informática, a nova cidadania digital, a questão do espaço público digital e muitos outros aspectos da cibercultura. Cultura das Redes esmiuça sobre os principais temas da Cibercultura, estimulando o debate e a reflexão sobre a cultura das redes. Cibercultura, Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea Fala sobre o impacto que as novas tecnologias causam na sociedade descrevendo a Cibercultura. Finalmente, Janelas do Ciberespaço (link da livraria cultura) tenta "abrir janelas" para informações sobre vários aspectos das novas tecnologias de comunicação em sua interface com a cultura contemporânea, dando um panorama  sobre as principais questões da cultura eletrônica atual. 

Lemos também é um ótimo palestrante, como você pode ver no vídeo abaixo sobre o que é Cibercultura:
É uma possibilidade de que no próximo Ciberdebates Lemos fale sobre a Internet das Coisas (Internet of Things). Mas o que é isso? Ok, vou dar um preview:

Internet das Coisas (IoT no Inglês), se refere a objetos identificáveis apenas e exclusivamente na sua estrutura virtual. Algo quase como a ideia dos GPSs e dos famosos chips implantados. A proposta é tornar virtualmente identificável tudo, se todos os objetos no mundo fossem equipados com chips minúsculos que pudessem ser lidos por máquinas, nossa vida mudaria completamente! Muitos dispositivos já tem isso, celulares, tablets, sua TV e seu carro, o sistema bluetooth só é possível graças a esta identificação e parelhamento, os dispositivos da Apple funcionam do mesmo jeito em sua integração com os aparelhos que você possui da marca e os dispositivos de outras pessoas, Microsoft e Sony também estão fazendo o mesmo e muitas outras companhias estão aderindo. Algumas pessoas tem também dispositivos implantados no próprio corpo! Mas essas mudanças seriam para o bem ou para o mal da sociedade? Quanto isso facilitaria nossa vida? Seriamos privados de nossa privacidade? Espero que André Lemos fale um pouquinho sobre isso!

Tendo um material tão extenso sobre Cibercultura, é claro que ele não poderia ficar de fora das mídias sociais, se quiser acompanhar mais sobre André Lemos, siga o Twitter dele e seu Bolg, Carnet de Notes.