quarta-feira, 7 de maio de 2014

Redes Sociais: O Bom, O Ruim.

Facebook é uma das redes sociais mais populares nos dias de hoje, a mais popular na sua área de expertise, isso sem dúvida.

Mas nem tudo é mar de rosas.
Zuckeberg bolado


Recentemente o Facebook reduziu drasticamente o alcance midiático de suas páginas, ao ponto que algumas páginas simplesmente não chegam mais nos nossos Feed de Notícias, mesmo que tenhamos curtido ela e que participássemos dela com regularidade (curtindo os posts ou comentando).

Segundo a página Isso é Brasil, isso ocorre para liberar espaço para a publicidade paga.

Ainda segundo a Página, três fatores negativos surgem dessa decisão:

A decisão fará mais difícil a difusão via "boca a boca" de conteúdo inédito e criativo. Suas páginas preferidas podem ser prejudicadas, diminuindo drasticamente ou extinguindo as aparições dela no seu feed. O conteúdo do Facebook ficará mais próximo ao conteúdo que estamos habituados a ver na televisão, já ue a TV vive de publicidade paga e o Facebook também.

Então, concorda com o que a página fala, ou acha exagero?

Enquanto o Facebook fica mais "elitista", um velho conhecido dos Brasileiros ressurge, é o Orkut, que agora se chama Orkut Plus.

Com o Google Plus não recebendo muito amor dos Brasileiros, a empresa Mountain View resolveu dar uma melhorada no Orkut. Mas o que acarretou justo agora essa mudança? Segundo o Tecmundo, uma fonte não identificada falou o seguinte: “Já faz quase dois anos que estamos trabalhando em mudanças no layout e também na inclusão de novas funcionalidades. Agora, com as mudanças no Facebook e a insatisfação por parte dos usuários do serviço de Zuckerberg, o Orkut encontra a brecha que precisava para voltar ao mercado”.

Justamente a denúncia que rola pelo Facebook explicada acima!

A fonte misteriosa da Tecmundo prossegue: "Logo após recebermos as informações, entramos em contato com a Google e tivemos a confirmação do fato. E para quem se pergunta o que vai acontecer com o Google Plus, a resposta é bem simples: “Ele vai continuar existindo, como em todo o resto do mundo, mas agora haverá integração total com o novo Orkut no mercado brasileiro, que passa a se chamar Orkut Plus. Nós resolvemos enfrentar a concorrência com as duas plataformas, pois o brasileiro adora o Orkut, então não faz sentido deixarmos de lado uma plataforma que fez tanto sucesso no passado”.

Orkut agora tá joinha.


Entre as novas ferramentas do Orkut Plus teremos interações com os posts dos amigos semelhantes a que temos no Facebook, novos jogos via Orkapps, um sistema de eventos semelhante ao do Facebook, liberação de "conquistas" para os usuários que interagirem com as páginas, possibilidade de saber quem anda vendo seu perfil, entre outras mudanças.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Dicas e mais dicas para Webjornalismo

O site da Ijnet guarda umas boas dicas para quem quer fazer uma boa matéria na web.

O primeiro texto, Cinco dicas para melhorar seus textos online traz, adivinhem, 5 dicas para melhorar seus textos online. As dicas vão desde realizar redações claras, manter os textos curtos, cuidado nas manchetes, subtítulos como entradas e colocar pontos e listas para facilitar a leitura.

O segundo texto, Elementos de uma boa reportagem multimídia, traz elementos que podem ser usados numa boa reportagem multimídia, como vídeos para mostrar a ação do que se fala, fotos para capturar emoções para a matéria, áudio para capturar falas interessantes e gráficos para demonstrar coisas de entendimento complicado. A matéria ainda traz dicas de como usar cada uma desses elementos com eficiência.

Por hoje é isso, espero que tenham achado essas dicas proveitosas! 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Das empresas aos jornais: Porque um jornalista se interessaria por Optimização de Mídia Social?

Rohit Bhagava
Rohit Bhagava é um especialista em Marketing que escreveu em seu blog sobre Optimização de Mídia Social ou SMO (do Inglês, Social Media Optimization) cinco dicas para melhorar a visualização de marcas das empresas, mas muitas de suas dicas podem muito bem serem usadas no jornalismo das mídias sociais, vamos a elas:

1. Increase your linkability (Aumente sua "linkabilidade")

Sem querer criar novas palavras (eu acho que no português é conectividade), o fator da "linkabilidade" falado por Rohit é muito interessante para nós jornalistas nas redes sociais, quanto mais você fazer links e chamadas para seu blog/matéria/evento/o que quer que seja, mais você alcançará novas pessoas, isso sem dúvida. Contudo, o e-book sugere (e é franca verdade) que se for seu público a criar novos links, não só você estará alcançado mais pessoas do que você poderia imaginar, como tudo isso está surgindo de forma genuína, simplesmente porque o seu conteúdo publicado chamou atenção o bastante para receber o link!

2. Make tagging and bookmarking easy (Faça os marcadores e os favoritos fácil)

Hoje em dia, compartilhamento é tudo, em 2006 Rohit já sabia disso e mandava você favoritar e "taguear" seu blog de forma a torná-lo pratico, bem faça isso e não esqueça de deixar bem fácil os links de compartilhamento do Facebook, Twitter e Pinterest!

3. Reward inbound links (Recompense links compartilhados)

Uma das dicas mais legais de Rohit é sobre o que eu gosto de chamar de "solidariedade digital" é bem legal quando você posta aquele seu material e vê ele logo sendo compartilhado/retwetado/o que for! Pois bem, retribua o favor! Não só é a "coisa certa a se fazer" como estimula os compartilhamentos gratuitas pelas mídias digitais que nos são tão preciosas!

4. Help your content travel (Ajude o seu conteúdo a circular)

 Essa dica é bem óbvia para nós, quando for veicular seu conteúdo, não o restrinja a mídia original, publique-o em outras, quanto mais mídias seu conteúdo alcançar, mais público irá visualizá-lo!

5. Encourage te mashup (Estimule o "mashup")

Mashup é mistura mesmo, e é o que essa regra pede para encorajar. Estimular a mistura de seu conteúdo com conteúdo próprio do público. Isso, a princípio, pode não parecer uma boa ideia para nós, jornalistas, mas aí que está, ao ter seu conteúdo citado como fonte de uma matéria original, seu nome ganha credibilidade e aumenta o interesse do público procurar por você. Meramente ser citado também faz isso, então sim, este tipo de mistura eu quero encorajar!

Agora, sobre blogs:

Sendo muito honesto comigo mesmo e com vocês, não sou um leitor assíduo de blogs, leio um aqui, outro alí. Os únicos que realmente leio são o Mashable e o blog do LabJor. Mas isso não significa que o blog seja uma mídia "inferior" as outras mais populares como o Orkut Facebook, Instagram e Twitter, não. Ele tem seu próprio espaço, saiba qual é ele:

Segundo uma pesquisa da Universidade de Massachusetts Dartmouth, os blogs corporativos tem tido um aumento em sua presença, enquanto os pessoais - aqueles responsáveis pelo boom da blogosfera - caíram no esquecimento.

Mas e quanto aos blogs jornalísticos?

Facebook e Twitter ajudaram demais nossa profissão facilitando a forma e a celeridade de como apresentamos o nosso produto. Mas esses dois instrumentos não conseguem entregar a profundidade e o detalhe que pode ser empregado em um blog. Sendo assim, um jornalista poderia fazer uma chamada no Twitter, uma nota jornalística no Facebook e a notícia com todos seus detalhes (com direito inclusive a acompanhamentos futuros) no blog. Tudo isso integrado para funcionar como uma coisa só.
Blogs, e em extensão as mídias sociais, ainda são muito ignoradas pelo jornalismo brasileiro, o porque disso só se pode conjeturar.

Liz Heron
Mas a diretora de mídias sociais e engajamento do jornal The Wall Street Journal, Liz Heron tem algumas coisas para dizer sobre isso:

Segundo Liz, é nas Mídias Sociais onde as pessoas mais conversam sobre variados temas e notícias, onde tudo você pode ler e saber. Num lugar como esse, é natural que se encontre diversas pontas, fontes e idéias para reportagens.
Um jornalista desligado das mídias sociais está perdendo uma grande e valiosa fonte de informações. Segundo Liz, um equívoco comum é se acreditar que as mídias sociais e a internet é apenas uma massa indiferenciada de pessoas comuns, mas não é nada disso. Pessoas famosas, políticos, grande empresários, etc usam as mídias sociais e, em muitos casos, podem até ser mais facilmente contactados através delas. 

Então é isso, fique de olho nas mídias sociais e blogueie tudo que encontrar!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ciberdebates, o blog.

O Ciberdebates está com tudo! Voltando a falar que a edição do ciberdebates deste semestre terá André Lemos e agora apresento o blog do ciberdebastes, o Ciberdebates - Unifor.
O blog é realizado pelos próprios estudantes da unifor, o que quer dizer que o estilo de escrita dele varia bastante de ano para ano, cada turma escrevendo sobre uma edição diferente do Ciberdebates. A seguir uma análise sobre a última e mais completa cobertura sobre o ciberdebates e depois uma análise geral do blog.

Ciberrole - Ciberdebate do rolezinho: Este ciberdebate trouxe a discussão sobre o fenômeno do rolezinho para a Unifor e contou com a participação de Luiz Fábio Paiva, Magela Lima e Preto Zezé. A cobertura do rolezinho foi bem completa, com Instagram, Twitter, página do Facebook e, claro, o blog. A cobertura do blog também contou com uma vídeo-reportagem e um vídeo em tempo real do evento. Os pontos negativos é que a escrita do blog deixou um pouquinho a desejar, matérias um tanto curtas, datas um pouco confusas e informações entrecortadas (como o link da página do Facebook, no blog leva para uma página sem nada). As fotos também estão de qualidade ruim.

Por fim, o blog varia um bocado no estilo de escrito e no nível de cobertura, alguns cyberdebates levaram como cobertura apenas um pequeno texto, uma foto ou um vídeo, outras um texto mais elaborado acompanhado de uma foto (ou duas). O blog deveria escolher uma padronização e segui-la. A boa cobertura do último foi um bom exemplo - que pode ser melhorado. Veremos como será a cobertura deste próximo!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Sobre Facebook e Twitter

Então, acabei de ler um capítulo do livro da autora Sandra Crucianelli (você pode ver o livro aqui), que fala sobre as redes sociais, dentre muitas outras, ela fala primeiro sobre as mais populares, Facebook e Twitter.

Agora minha opinião sobre o texto dela sobre essas redes e um comentário particular.

Facebook:
 Uma coisa interessante que ela falou sobre o Facebook é que a ferramenta passa a impressão de que as pessoas preferem falar com indivíduos do que com marcas, ou seja, muito melhor falar com o jornalista autor de uma matéria, do que contatar o jornal em que o jornalista trabalha. Outra coisa legal do Fecebook, que ela também comenta, é o fato de que a rede se tornou o ponto de encontro de eventos da vida real, muitos eventos, passeatas, protestos e flash mobs são combinadas pelo Facebook, por pessoas que de outra forma não teriam como organizar algo assim de outra forma. A ferramenta é tão levada a sério que a Polícia Federal busca páginas que eles suspeitam estarem organizando protestos para poder agir de acordo.

Twitter:
O Twitter é outra mega ferramenta da internet, a autora fala da rapidez de que a informação pode viajar pelo Twitter, e isso é verdade! O Twitter é um micorblog que você pode postar o que você pensa, o que você testemunha no mesmo instante. O que torna uma ferramenta de jornalismo fantástica, já que você pode acompanhar os últimos acontecimentos de forma nua e crua em tempo real como nenhum outro meio de comunicação pode fornecer.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Um perfil de André Lemos

Cibercultura é a cultura que mais se desenvolve nos dias de hoje, pois ela surgiu nos computadores e na internet, e agora se propaga exponencialmente a medida que as mídias digitais se alastram e se popularizam cada vez mais. Falar de cibercultura sem ouvir uma das palestras de André Lemos beira ao pecado. Pois o Baiano tem uma longa e rica bagagem sobre o assunto no Brasil e no mundo. E por isso, vou apresentar aqui o perfil desta ciber fera.

André Lemos é atualmente professor da faculdade de comunicação da Universidade Federal da Bahia, possui doutorado em sociologia na Université Paris Descartes, na França e pós-doutorado pela University of Alberta e McGill University, no Canadá. Também foi pesquisador do CNPQ e consultor da Fapesp, CNPQ e Capes. 

Sua principal área de atualização é exatamente a cibercultura, com vários trabalhos nacionais e interncaionais publicados sobre o assunto e diversos livros como Cidade Digital, que conceitua cibercidades e debate sobre inclusão digital, a infra-estrutura das redes sem fio no Brasil e a situação da Era Digital no terriorio Brasileiro. Cibercidade II: Ciberurbe tenta explicar as mudanças da comunicação, da sociedade e da política depois das novas tecnologias de comunicação da cibercultura atual. Cibercidades: As Cidades na Cibercultura Fala sobre as transformações do espaço urbano em função das novas tecnologias de comunicação. Olhares Sobre a Cibercultura esta obra fala sobre as várias faces da cibercultura, como o transhumanismo, do culto aos cyborgs, a velocidade da era da informática, a nova cidadania digital, a questão do espaço público digital e muitos outros aspectos da cibercultura. Cultura das Redes esmiuça sobre os principais temas da Cibercultura, estimulando o debate e a reflexão sobre a cultura das redes. Cibercultura, Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea Fala sobre o impacto que as novas tecnologias causam na sociedade descrevendo a Cibercultura. Finalmente, Janelas do Ciberespaço (link da livraria cultura) tenta "abrir janelas" para informações sobre vários aspectos das novas tecnologias de comunicação em sua interface com a cultura contemporânea, dando um panorama  sobre as principais questões da cultura eletrônica atual. 

Lemos também é um ótimo palestrante, como você pode ver no vídeo abaixo sobre o que é Cibercultura:
É uma possibilidade de que no próximo Ciberdebates Lemos fale sobre a Internet das Coisas (Internet of Things). Mas o que é isso? Ok, vou dar um preview:

Internet das Coisas (IoT no Inglês), se refere a objetos identificáveis apenas e exclusivamente na sua estrutura virtual. Algo quase como a ideia dos GPSs e dos famosos chips implantados. A proposta é tornar virtualmente identificável tudo, se todos os objetos no mundo fossem equipados com chips minúsculos que pudessem ser lidos por máquinas, nossa vida mudaria completamente! Muitos dispositivos já tem isso, celulares, tablets, sua TV e seu carro, o sistema bluetooth só é possível graças a esta identificação e parelhamento, os dispositivos da Apple funcionam do mesmo jeito em sua integração com os aparelhos que você possui da marca e os dispositivos de outras pessoas, Microsoft e Sony também estão fazendo o mesmo e muitas outras companhias estão aderindo. Algumas pessoas tem também dispositivos implantados no próprio corpo! Mas essas mudanças seriam para o bem ou para o mal da sociedade? Quanto isso facilitaria nossa vida? Seriamos privados de nossa privacidade? Espero que André Lemos fale um pouquinho sobre isso!

Tendo um material tão extenso sobre Cibercultura, é claro que ele não poderia ficar de fora das mídias sociais, se quiser acompanhar mais sobre André Lemos, siga o Twitter dele e seu Bolg, Carnet de Notes.